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As crianças sequestradas e adotadas ilegalmente por militares durante a ditadura

Pelo menos 19 crianças foram sequestradas e adotadas ilegalmente por famílias de militares ou famílias ligadas às Forças Armadas durante a Ditadura Militar do Brasil (1964-1985) - em um mecanismo similar ao ocorrido em outros regimes militares sul-americanos do período, segundo o livro Cativeiro Sem Fim, que será lançado no próximo dia 2 de abril.

Seu autor, o jornalista Eduardo Reina, diz que todos os casos foram escondidos, ocultados e negados ao longo dos últimos 34 anos.

A descoberta, realizada pelo, será revelada no livro Cativeiro Sem Fim, que ele lança no próximo dia 2 de abril, pela editora Alameda, com apoio do Instituto Vladimir Herzog.

"Até agora, identifiquei e comprovei 19 casos de sequestros e/ou apropriação de bebês, crianças e adolescentes durante a ditadura no País", afirma o jornalista.

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O que ganham e o que perdem os militares na reforma da Previdência de Bolsonaro?

O presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta quarta-feira sua proposta de reforma da Previdência para os militares atrelada a uma reestruturação da carreira que resultará em aumentos da remuneração da categoria.

Com isso, o impacto nas contas públicas será de economia de apenas R$ 10,45 bilhões ao longo de uma década. O valor é resultado da diferença entre a previsão de aumento de gastos de R$ 86,65 bilhões em dez anos devido à reestruturação e a redução de despesas em R$ 97,3 bilhões com inativos e pensionistas.

A redução de gastos prevista com os militares equivale, portanto, a 1% do R$ 1 trilhão que o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer economizar em dez anos com o conjunto da reforma da Previdência.

Bolsonaro é capitão reformado do Exército e seu governo tem oito ministros oriundos das Forças Armadas. A reforma não resolve o rombo do regime de aposentadorias e pensões dos militares. Segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, o déficit em 2018 ficou em R$ 43,9 bilhões.

O projeto traz diversas diferenças com relação à reforma proposta aos civis, que terão, por exemplo, que trabalhar ao menos 40 anos para obter o teto do INSS, de R$ 5,8 mil. Já os militares poderão, após 35 anos, se aposentar com a totalidade dos seus último salários.

 

Como pesquisadores brasileiros descobriram quase por acaso três novos aglomerados de estrelas

Tão logo as imagens em alta definição capturadas pelo satélite Gaia, da Agência Espacial Europeia, foram divulgadas publicamente no ano passado, o físico mineiro Filipe Andrade Ferreira, de 27 anos, baixou os arquivos e começou a usar uma técnica elaborada por ele para identificar objetos em ambientes muito densos do espaço.

Para a surpresa de Ferreira, que é doutorando em astrofísica na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a ferramenta não apenas funcionou como lhe permitiu um feito inédito: descobriu três novos aglomerados - clusters - de estrelas em movimento na Via Láctea.

Segundo o cientista, é a primeira vez que pesquisadores brasileiros descobrem aglomerados a partir das imagens do Gaia, lançado em 2013 e que, desde o ano passado, permite acessar imagens em 3D da galáxia da qual o sistema solar faz parte. Ferreira conta que a descoberta foi quase por acaso. "Estava em casa numa tarde mexendo nos dados, não estava procurando aglomerados. Primeiro vi dois montinhos desconhecidos, o terceiro descobri depois. Fiquei empolgado, mas logo pensei que não podia ser possível. Perguntei: será mesmo que ninguém mais achou esses caras?", recorda o pesquisador que, depois de consultar bases de dados, mandou uma mensagem para o telefone do orientador. "Acho que descobri uns carinhas novos", escreveu.

Assim que recebeu a mensagem do aluno, o professor Wagner Corradi mobilizou a equipe do laboratório de astrofísica da UFMG para conferir se "os carinhas" eram mesmo novos aglomerados até então não identificados.

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Cura do câncer: tubarões-brancos podem ajudar cientistas a pesquisar soluções

Tubarões-brancos podem ser o segredo para a cura do câncer e outras doenças relacionadas ao envelhecimento, acreditam especialistas.

A habilidade do tubarão-branco de reconstruir seu próprio DNA evoluiu, enquanto a nossa, não.

A pesquisa foi feita por uma equipe de cientistas da Save Our Seas Foundation Shark Research Centre, da Nova Southeastern University, na Flórida.

O primeiro mapa do DNA de tubarões revelou mutações que protegem esses animais de câncer e outras enfermidades.

Cientistas esperam que, com mais pesquisa, seja possível aplicar as descobertas ao tratamento de doenças ligadas ao envelhecimento humano.