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Um ano após greve, os ganhos e decepções dos caminhoneiros que ajudaram a liderar movimento

Filas de caminhões parados nos acostamentos e um caos nacional causado por um desabastecimento em comércios e postos de combustíveis às vésperas das eleições presidenciais. Há exatamente um ano, caminhoneiros cruzaram os braços, bloquearam rodovias e demonstraram a força política da categoria.

Em meio ao caos, os trabalhadores receberam apoio de políticos e a promessas de que teriam suas reivindicações atendidas.

A greve acabou após o Congresso aprovar uma tabela com valores mínimos para o frete de cargas no país e reduzir o preço do diesel em R$ 0,46 a partir de julho de 2018.

A tabela foi a pauta mais expressiva dos grevistas. Eles também pediam uma política permanente de controle do preço do diesel e o fim da cobrança de pedágio para eixos suspensos (isenção que acabou sendo regulamentada em estradas federais, estaduais e municipais no decorrer do ano passado).

Nos últimos meses, o governo de Jair Bolsonaro vem tentando conter a ameaça de uma nova greve, que causaria graves prejuízos a uma economia já fragilizada.